Esta viagem começa muito antes de aterrares. É esse o ponto.
Com a Catarina Brandão, um grupo de pessoas poupa mês a mês, com acompanhamento pelo caminho, e no fim faz onze dias em Bali com a viagem paga. O método é dela. A viagem é nossa, com onze anos de Ásia atrás e equipa local no terreno.
Começa em Ubud, e começa devagar: o segundo dia abre com yoga às seis da manhã e fecha com oferendas e leitura da palma da mão. Só depois é que a ilha se abre.
Há o dia do Tirta Empul, o templo da água sagrada onde as pessoas se purificam há mais de um século, com os arrozais de Tegallalang e a cascata de Tegenungan a seguir. Há o dia de norte e oeste, com o templo sobre o lago Beratan, os socalcos de Jatiluwih que são património da Unesco, e Tanah Lot, que só se alcança se a maré estiver baixa.
A segunda metade muda de ritmo e de sítio: transfere para Sanur, um dia pelo Bukit com Padang Padang e o fim de tarde no Single Fin, e dois dias inteiramente livres antes do regresso. Não é enchimento de programa. É a viagem a dar-te tempo.
Partimos a 9 de setembro de 2027 e regressamos a 19.





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